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Festival de Animação, atividades no viveiro e vernissages para fechar 2015

Três ateliês do Ateliê-Escola encerraram as atividades de 2015 com uma programação especial! Veja o que os educadores prepararam para a criançada.

Nos dias 16, 17 e 18 de novembro aconteceu o 2º Festival de Animação do Ateliê Digital. Os participantes assistiram às animações em stop motion criadas pelos grupos nas EMEFs Doutor Antônio Carlos de Abreu Sodré, Carlos de Andrade Rizzini e João Gualberto do Amaral Carvalho e na EE Professora Amélia Moncon Ramponi. Em seguida, o educador Lucca Cardoso anunciou os vencedores de cada categoria: melhor filme, roteiro, trilha ou efeito sonoro, cenografia e o prêmio especial do júri.

Foi a maior empolgação! Algumas crianças até choraram de emoção ao receber as medalhas e troféus. Esta edição do Festival teve como jurados a radialista e fotógrafa Ana Marinovic, a fotógrafa e videomaker Juliana Pera, a produtora de TV Etiene Pimenta e o designer digital Raphael Motti. Você pode conferir as animações das crianças neste site.

No Viveiro Escola foram realizadas atividades diferentes nas escolas participantes nos dias 24 e 26 de novembro. O educador Bruno Helvécio organizou um piquenique de frutas no viveiro da EMEF Alferes Tiradentes, seguido de brincadeiras com as crianças. Na EMEFM Professor Linneu Prestes, duas das turmas plantou mudas nos canteiros preparados durante o semestre junto com o educador Julio Muller. Para encerrar o semestre com as outras duas turmas da EMEFM Linneu Prestes, o educador Pedro Massella preparou chás com as ervas cultivadas no viveiro pelos participantes do Ateliê.

O Ateliê Arte para Todos foi encerrado com vernissages nas EMEFs Professora Maria Lucia dos Santos, Alferes Tiradentes, João Gualberto do Amaral Carvalho e Carlos de Andrade Rizzini. Nos dias 23 e 26 de novembro aconteceram as inaugurações dos painéis de mosaico criados pelos participantes do Ateliê e inspirados no conto “Barba-Azul”, dos irmãos Grimm. As crianças acompanharam a instalação da plaquinha com informações sobre a obra e os autores e comemoraram com suco e bolo. A educadora Fúlvia Marchezi ainda mostrou vídeos de obras famosas feitas com mosaico: o Parque Güell, de Antoni Gaudí, o Jardim do Tarô, de Niki de Saint Phalle, e a Casa de Pedra, de Estevão Silva Conceição (conhecido como Gaudí Brasileiro).

2ª formação sobre horta escolar é realizada pelo Ateliê-Escola

Cerca de 30 pessoas participaram da segunda formação sobre horta escolar promovida pelo Ateliê-Escola (veja como foi a primeira). A formação aconteceu nos dias 21, 22 e 24 de outubro e reuniu professores, coordenadores e diretores de escolas públicas de São Paulo (SP). O CEI Cantinho da Criança levou inclusive a equipe da cozinha! A escola quer envolver todos os profissionais para implementar uma horta.

Os dois primeiros dias de formação foram realizados na sede do Matéria-Prima São Paulo. A bióloga e permacultora Flávia Cremonesi conversou com os participantes sobre a importância de criar uma horta na escola, alternativas para o cultivo e atividades de educação ambiental que podem ser feitas nesse espaço. Os educadores também puderam tirar dúvidas e compartilhar as experiências de sua escola.

Já no terceiro dia, a educadora Daniele Castro acompanhou os participantes em uma visita ao viveiro da EMEF Alferes Tiradentes, mantido pelo Viveiro Escola, do Ateliê-Escola. Eles conheceram o espaço, montaram sementeiras e uma horta em caixotes e finalizaram o encontro com uma confraternização.

Um viveiro cheio de recursos

Durante a visita ao viveiro da EMEF Alferes Tiradentes, os participantes puderam conhecer os diversos recursos usados para ajudar na manutenção do espaço. Um deles é o sistema de captação de água da chuva, composto por uma minicisterna de 200 litros e uma roda de bananeiras. A água armazenada na minicisterna é usada para regar as plantas. E quando tem bastante chuva, a água que transborda é direcionada para a roda de bananeiras, onde é absorvida em um buraco com folhas secas e galhos e aproveitada pelas bananeiras.

Os educadores viram diferentes jeitos de construir canteiros, com materiais como madeira, tijolo e pneus. Além disso, conheceram duas técnicas usadas no viveiro: a adubação verde, que prepara a terra para o plantio, e a técnica das plantas companheiras, na qual o plantio das espécies é organizado de uma forma que elas contribuam para o crescimento umas das outras. Uma das coisas mais legais é que a escola mobilizou todas as equipes para colaborar com o viveiro. A composteira é um exemplo disso – para fazer o adubo, as cozinheiras contribuem com restos de cascas de alimentos e a equipe de limpeza, com folhas recolhidas no pátio da escola.

Gustavo Weiss, professor de ciências da EMEF Alferes Tiradentes, quer envolver o pessoal do Ensino Fundamental II em atividades no viveiro, e participou da formação. Educadores de mais quatro escolas parceiras do Ateliê-Escola que pretendem implementar hortas também estiveram presentes: EMEF João Gualberto do Amaral Carvalho, EE Professora Amélia Moncon Ramponi, EMEF Carlos de Andrade Rizzini e EMEF Professora Maria Lucia dos Santos.

Ateliê-Escola oferece formação sobre horta escolar a professores

Nos dias 30 de setembro e 1 e 3 de outubro, o Ateliê-Escola promoveu uma formação para professores da rede pública de São Paulo (SP) sobre horta escolar. O objetivo foi mostrar aos educadores a importância de criar uma horta na escola, apresentar alternativas de cultivo e atividades de educação ambiental e esclarecer dúvidas sobre o assunto. A bióloga e permacultora Flávia Cremonesi conduziu a formação.

Os primeiros dois encontros aconteceram na sede do Matéria-Prima São Paulo. Flávia falou sobre os quatro elementos que compõem a natureza (água, terra, ar e fogo) e sua relação com os espaços de cultivo; mostrou diferentes tipos de horta que podem ser construídas nas escolas e por que elas são um espaço de educação ambiental; e sugeriu atividades e brincadeiras que podem ser feitas na horta relacionadas às matérias escolares.

Outro assunto bem interessante foi o consumo de alimentos livres de agrotóxicos. É um tema importante para as escolas municipais de São Paulo, já que este ano foi aprovada uma lei que obriga as escolas a incluir alimentos orgânicos ou de base agroecológica (que não utiliza agrotóxicos e outras substâncias que prejudicam o meio ambiente) na merenda. Os professores foram bastante participativos na formação, tirando dúvidas, fazendo comentários e compartilhando suas experiências com hortas.

O terceiro encontro foi uma visita ao viveiro da EMEF Alferes Tiradentes, mantido em parceria com o Viveiro Escola, do Ateliê-Escola. Flávia apresentou o espaço e todos os componentes do viveiro aos professores. Para mostrar que dá para criar uma horta em espaços de qualquer tamanho, a bióloga fez junto com os professores uma horta em caixotes e uma sementeira. Todos ajudaram a preparar a terra, montar os caixotes e plantar as sementes e mudas! O dia terminou com uma confraternização, que incluiu um guacamole feito na hora por Flávia e pelos participantes, torradinhas e lanches.

“Achei uma iniciativa muito bacana, principalmente a aula prática”, comentou a professora Cláudia Regina Moura da Silva, uma das participantes. Sua turma da Educação Infantil da EMEI Aurélio Buarque de Holanda Ferreira já fez um canteiro com garrafas PET. Agora, Cláudia pretende incentivar a escola toda a se envolver em um projeto de horta. “Já indiquei a formação para outras professoras da escola. Flávia disse que é importante que a horta seja um projeto da escola, e não de um professor só, e é isso que eu espero passar para eles”, conta.

Todos os professores que participaram receberam um link de acesso a materiais sobre horta e permacultura para baixar gratuitamente. Ficou com vontade de participar? Então não perca a segunda formação, que acontece nos dias 21 e 22 outubro das 19h às 21h e no dia 24 de outubro das 9h às 13h. As inscrições são gratuitas e já estão abertas para professores da rede pública. Para mais informações, envie um e-mail para taiane@lfdb.com.br.

Viveiro Escola como espaço de formação

O viveiro da EMEF Alferes Tiradentes se transformou em um espaço de formação, que serve até de modelo para outras escolas! Além dos participantes da formação, o espaço também recebeu a visita de educadores e alunos da EMEF João Gualberto do Amaral Carvalho. É que a professora Sandra Dutra está implementando uma horta na escola, e quis conhecer o viveiro do Alferes junto com a coordenadora Christiane Zuchetti no dia 9 de setembro. Elas gostaram tanto do espaço, que levaram os alunos do 4º ano B para conhecê-lo também no dia 24 de setembro! O educador Bruno Helvécio apresentou o viveiro, e depois as crianças acompanharam as atividades de uma das turmas do Viveiro Escola.

Começam as atividades do segundo semestre no Ateliê-Escola!

A criançada do Ateliê-Escola começou as atividades do segundo semestre a todo vapor! Alguns ateliês receberam novas turmas e outros deram continuidade ao trabalho realizado no primeiro semestre. As atividades tiveram início no dia 3 de agosto e, desde então, muita coisa já rolou nos ateliês!

A educadora Fúlvia Marchezi contou para as turmas do Ateliê Arte para Todos a história “Barba-Azul”, dos irmãos Grimm. As crianças foram separadas em grupos e fizeram uma ilustração do conto, que será ampliada e transformada em um mosaico. As histórias contadas no Ateliê Era Uma Vez… também estão sendo ilustradas pela garotada.

O pessoal dos ateliês Canto em Grupo e Som e Movimento – Percussão, retomaram as atividades e ensaios e estão se preparando para a apresentação de final de ano. No Ateliê Digital, as crianças começaram a fazer os roteiros para as animações em stop motion e estão separando materiais para construir os personagens e cenários.

A garotada já começou a praticar as novas brincadeiras apresentadas pela educadora Luana Batista no Ateliê Jogos e Brincadeiras. O Ateliê Som e Movimento – Capoeira também recomeçou repleto de brincadeiras, além de uma novidade: as turmas estão trabalhando com atabaque, berimbau, pandeiro, caxixi e agogô, instrumentos usados na capoeira.

Os espaços do Viveiro Escola voltaram das férias de cara nova! O viveiro da EMEF Alferes Tiradentes ganhou uma cisterna para captar a água da chuva, uma horta em caixotes e uma composteira. A nova horta construída no local foi aproveitada para o plantio de adubação verde, com plantas de raízes profundas que irão enriquecer o solo com nutrientes e prepará-lo para novas plantações. Na EMEFM Professor Linneu Prestes, o viveiro também recebeu uma cisterna, doada pelo projeto Escola de Cisterna, além de uma nova roça com mudas de mandioca, batata-doce e milho.

Desejamos um bom semestre a todas as crianças do Ateliê-Escola!

Novidades para aproveitar a água da chuva no Ateliê-Escola

O percurso deste ano do Viveiro Escola, do Ateliê-Escola, está relacionado com um tema bastante atual: esse período de falta de chuvas, em que estamos nos empenhando para melhorar o uso da água. Os educadores Bruno Helvécio, Pedro Massella e Julio Fernandes irão construir uma minicisterna nos viveiros das escolas. São pequenos reservatórios que armazenam a água da chuva para ser aproveitada depois. Essa é uma maneira de economizar água e também ter uma reserva nos dias em que não estiver chovendo.

Mas essa não é a única novidade do ateliê neste ano! A água armazenada nas minicisternas será usada para irrigar dois ambientes novos no viveiro, um seco e um úmido. O jardim de chuva é o ambiente seco. Ele é plantado em um terreno com o solo permeável e com um pouco de profundidade, para que a terra absorva a água da chuva que fica acumulada. Para ajudar a reter a água na terra, os educadores vão cobrir a superfície com palha. São as crianças que vão escolher as espécies que serão plantadas, além de participar do plantio e dos cuidados para manter o jardim.

O ambiente úmido que os participantes do ateliê também vão ajudar a fazer é a roda de bananeiras. Para criá-la, é preciso cavar um buraco e preenchê-lo com materiais orgânicos, como folhas secas, galhos e restos de poda. Ao redor desse buraco, serão plantadas espécies que gostam de solos úmidos, como a bananeira, o inhame e o gengibre. Dessa forma, a água é absorvida rapidamente pelo material orgânico e reaproveitada pelas plantas.

O mais legal desses ambientes, combinados com a minicisterna, é que eles são autossuficientes. Isso significa que as plantas sobrevivem aproveitando a água da chuva, mas se o tempo estiver seco, elas serão irrigadas com a água armazenada na minicisterna. Os educadores também vão mostrar os cuidados que devem ser tomados com a minicisterna para evitar que ela seja uma casinha para o mosquito da dengue, como tratar a água com cloro e usar uma tela de mosqueteiro. Ficamos bem curiosos para saber como será o resultado final desse percurso!

 

Encerramentos no Ateliê-Escola com teatro, trocas de mudas e campeonatos

As atividades do Ateliê-Escola de 2014 chegaram ao fim! E os participantes encerraram o ano com apresentações, instalações e brincadeiras muito bacanas. Veja só o que aconteceu em alguns dos ateliês.

As crianças do Ateliê Era Uma Vez… na EMEF Carlos Andrade Rizzini e na EMEF João Gualberto do Amaral Carvalho conheceram os elementos da narrativa – herói, anti-herói, narrador, vilão, cenário, objeto mágico, entre outros – por meio de cinco histórias. O educador Márcio Maracajá também realizou exercícios teatrais com as turmas sobre essas histórias, nos quais elas puderam recriar os enredos. No final, os participantes prepararam uma apresentação teatral de uma história que eles mesmos criaram e convidaram outras turmas da escola para assistir.

 

Depois de conhecer técnicas para a plantação de mudas e revitalização dos canteiros, os participantes do Viveiro Escola organizaram Feiras de Troca de Mudas! Na EMEF Alferes Tiradentes, dava para trocar sementes por adubo, mudas por um passeio no viveiro e assim por diante. Quatro turmas convidadas e funcionários da escola também participaram dessa Feira, que teve a orientação do educador Bruno Helvécio. Já na EMEFM Professor Linneu Prestes havia vários cantinhos oferecendo coisas diferentes para trocar, como chás, plantio de mudas, salada de frutas e até curiosidades. O educador Pedro Massella foi quem orientou as turmas dessa escola.

 

No Ateliê Jogos e Brincadeiras, as turmas da EMEF Dr. Carlos de Abreu Sodré, da EE Professora Amélia Moncon Ramponi, da EMEF Alferes Tiradentes e da EMEF Maria Lúcia dos Santos criaram acordos de cooperação para todo mundo ter uma boa convivência durante os ateliês e conheceram jogos e brincadeiras bem divertidos: Corrida das Linhas, bolinha de gude, Formação Geométrica, Caçando Reciclagem, Verdade ou Mentira e Corrida de Pô. Para saber se a criançada ficou por dentro de cada um deles, a educadora Luana Batista organizou campeonatos em forma de quiz. As equipes vencedoras ganharam medalhas – e quem errasse as perguntas levava uma torta na cara!

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