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Ateliê-Escola: saiba como foram os encerramentos em cada ateliê

O Ateliê-Escola encerrou as atividades de 2016 com uma série de atividades e apresentações que envolveram os participantes dos ateliês, pais e comunidade escolar. Confira o que foi realizado ao longo de novembro e no início de dezembro!

As crianças do Ateliê Arte para Todos decoraram bancos da EE Professora Amélia Moncon Ramponi e muretas, corrimões e armários da EMEF Alferes Tiradentes com mosaicos coloridos. O 1º ano da EMEF Carlos de Andrade Rizzini desenhou retratos inspirados nas pinturas de Amadeo Modigliani, que foram colocados em uma placa de MDF e instalados em uma parede da escola. E a turma da EMEF Professora Maria Lucia dos Santos finalizou sua colcha de retratos, que será instalada na escola.

O encerramento do Ateliê Canto em Grupo foi marcado por diversas apresentações! Algumas delas aconteceram durante as Mostras Culturais da EE Amélia Moncon e das EMEFs Carlos Rizzini, Doutor Antônio Carlos de Abreu Sodré e Professor Laerte Ramos de Carvalho. Já as crianças das EMEFs Alferes Tiradentes e João Gualberto do Amaral Carvalho, além de outras turmas da EE Amélia Moncon e da EMEF Carlos Rizzini, se apresentaram em suas escolas para pais, alunos e funcionários.

Nas EMEFs Alferes Tiradentes e Carlos Rizzini e na EE Amélia Moncon, as turmas do Ateliê Jogos e Brincadeiras se juntaram para um dia de muita diversão, com várias brincadeiras regionais aprendidas no ateliê durante o semestre.

O Ateliê Era Uma Vez… organizou o lançamento e a entrega dos livros elaborados pelos participantes ao longo do semestre. As crianças da EMEF Maria Lucia dos Santos e da EE Amélia Moncon fizeram textos e ilustrações para recontar do seu próprio jeito as histórias que conheceram no ateliê.

As turmas do Viveiro Escola na EMEF Alferes Tiradentes foram presenteadas com vasinhos de mudas e participaram de brincadeiras no espaço do viveiro. Na EMEFM Professor Linneu Prestes, as crianças prepararam vitaminas deliciosas misturando frutas e ervas e hortaliças colhidas no viveiro: menta, couve, malva-cheirosa, malvavisco, hortelã, flor-de-cosmo, erva-doce, folha de pitanga e capim-limão.

Uma grande roda de capoeira foi realizada na Mostra Cultural da EMEF Laerte Ramos para finalizar as atividades do Ateliê Som e Movimento – Capoeira. Cada turma da EE Amélia Moncon também organizou uma roda para jogar capoeira.

O Festival de Animação do Ateliê Digital agitou a criançada da EE Amélia Moncon e das EMEFs João Gualberto e Antônio Carlos Sodré! Desta vez, os filmes em stop motion de cada escola foram exibidos em outra escola para que os alunos escolhessem o vencedor do Festival. As turmas premiadas receberam medalhas e um troféu. Além disso, os filmes feitos pelos participantes da EMEF Laerte Ramos no primeiro semestre e pelas crianças da EE Amélia Moncon neste semestre foram exibidos nas Mostras Culturais das escolas. Confira duas das produções deste ano:

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Rodas de capoeira juntam crianças e adultos no Ateliê-Escola

As atividades do Ateliê Som e Movimento – Capoeira, do Ateliê-Escola, acontecem ao longo de um ano. Mas o educador Rodrigo Moreira, conhecido como Carioca, pensou em uma maneira muito bacana de marcar o fim do primeiro semestre com as turmas da EMEF Professor Laerte Ramos de Carvalho. Ele organizou duas grandes rodas de capoeira no dia 29 de junho, uma para as crianças do 5º ano (manhã) e outra para as do 1º ano (tarde).

Além dos pequenos, participaram da roda cinco membros do Grupo Nzinga de Capoeira Angola, do qual Carioca faz parte. Todo mundo jogou, cantou e tocou os instrumentos juntos. “As crianças se animaram muito, queriam ir logo para o meio da roda ou pegar os instrumentos para tocar”, diz o educador. Foi um momento muito especial, tanto por ser a primeira roda de capoeira que a garotada participa quanto pela interação com os capoeiristas mais experientes, que explicaram mais sobre as músicas, gestos e movimentos da capoeira.

Carioca conta que as crianças se saíram muito bem na roda, fazendo os movimentos com naturalidade e tocando os instrumentos no ritmo certo. Teve até quem foi além do agogô, do reco-reco e do pandeiro, que são mais utilizados pelos iniciantes na capoeira, para estrear no berimbau e no atabaque! No segundo semestre, o educador pretende praticar mais rodas de capoeira com as turmas, ajudá-las a exercitar o autocontrole e a observação e aprofundar as conversas sobre a história da capoeira.

A capoeira Angola chega ao Ateliê Som e Movimento – Capoeira

A garotada da EMEFM Professor Linneu Prestes está conhecendo a capoeira Angola no Ateliê Som e Movimento – Capoeira, do Ateliê-Escola. O novo educador do Ateliê, Rodrigo Moreira (conhecido como Carioca), pratica essa modalidade da capoeira há 13 anos, e desde 2008 é membro do Grupo Nzinga de Capoeira Angola.

Carioca explica que a capoeira Angola também é chamada de capoeira mãe, porque ela foi criada antes da capoeira regional, que é a mais conhecida. Uma das principais diferenças é que a capoeira regional é mais acrobática e parecida com as artes marciais. Já na capoeira Angola os movimentos não estão ligados à luta em si, mas à superação de desafios. “A filosofia é como eu posso ir além, buscar minha evolução como pessoa, o autoconhecimento”, diz o educador.

O trabalho em grupo é muito importante na capoeira Angola, e esse é um dos pontos mais reforçados com as turmas do Ateliê. Tem que ter cooperação entre todo mundo, inclusive na hora de dividir os instrumentos, que é um momento em que sempre surgem discussões. “Uma pessoa nunca pratica a capoeira sozinha, não se forma uma roda com uma só pessoa”, ressalta Carioca. “Todo mundo tem que colaborar para a roda ficar bonita.”

O educador dividiu as atividades do ano em cinco etapas, e as crianças estão começando a segunda. Elas já conheceram algumas músicas, movimentos e a história da capoeira. Agora vão usar esses elementos para formar um jogo. Nessa etapa, Carioca ainda vai mostrar quais as condutas que se deve ter na roda de capoeira e aprofundar os cantos e toques. Tudo isso continuará a ser praticado na terceira etapa, que também terá conversas sobre como os comportamentos e aprendizados dentro da roda de capoeira – colaboração, participação, generosidade entre os participantes… – podem ser usados na vida.

Depois das férias, as turmas vão formar rodas de capoeira e ter os primeiros contatos com os instrumentos musicais utilizados: berimbau, atabaque, pandeiro, agogô e reco-reco. A última etapa será focada nos ensaios para a apresentação de final de ano. Carioca conta que as crianças estão bastante envolvidas e empolgadas e que ele mesmo está aprendendo muito com os ateliês!

Ateliê-Escola começa o ano com novidades nos ateliês

As turmas do Ateliê-Escola começaram o ano bastante empenhadas nos ateliês. Neste primeiro mês já teve muita música, contação de histórias, brincadeiras, atividades nos viveiros… Também há novidades nos ateliês – olha só o que vem por aí!

O Ateliê Som e Movimento – Capoeira conta com um novo educador: Rodrigo Moreira, conhecido como Carioca. Ele faz parte do Grupo Nzinga de Capoeira Angola e pratica esse estilo de capoeira há 13 anos. As crianças do 1º ano da EMEF Professor Laerte Ramos de Carvalho vão conhecer mais sobre as tradições da capoeira Angola neste ano e já começaram a treinar o movimento básico da capoeira, chamado de ginga.

A natureza foi a inspiração para os repertórios escolhidos pelos educadores Daniel Reginato e George Ferreira para o Ateliê Canto em Grupo. Com o projeto “Entre bichos e ritmos”, Daniel vai apresentar diferentes animais da fauna brasileira por meio de canções. Já as turmas de George conhecerão músicas que falam sobre elementos da natureza e sua relação com o ser humano, no projeto “Encantos da natureza”. Os dois repertórios incluem canções de grandes compositores brasileiros e de ritmos típicos do país.

A educadora Fúlvia Marchezi transformou os primeiros encontros do Ateliê Arte para Todos em sessões muito divertidas de contação de histórias. A ideia é que os participantes do ateliê explorem os elementos das histórias para depois aproveitá-los em suas próprias criações. Neste semestre as turmas farão pinturas em tecido, que serão transformadas em uma colcha de autorretratos para decorar um espaço da escola.

E a garotada do Ateliê Digital vai produzir filmes com a técnica de stop motion, que foi um sucesso com as turmas de 2015. Mas neste ano os filmes terão um toque diferente: as próprias crianças aparecerão como os personagens!

Sábado dedicado ao maracatu com o Ateliê Som e Movimento – Percussão

No Ateliê-Escola, 22 participantes do Ateliê Som e Movimento – Percussão das EMEFs João Gualberto do Amaral Carvalho e Alferes Tiradentes se juntaram para um sábado diferente! A educadora Mônica Santos, os assistentes Fábio Barros, Robson Pessoa e Taiane Ladislau e a professora Cida Santos, da EMEF João Gualberto, acompanharam as turmas no dia 14 de novembro em visitas ao Museu Afro Brasil, no Parque Ibirapuera, e a uma oficina de maracatu na EE Professor Antônio Alves Cruz.

A manhã foi dedicada a conhecer o museu. Foi uma oportunidade para a meninada ver de perto diversos elementos que originaram e que compõem o maracatu, desde a história dos homens e mulheres negros trazidos da África como escravos até instrumentos, vestimentas, estandartes e muito mais. Eles também conferiram duas exposições em cartaz no museu: “Do pó da Terra”, que reúne fotos tiradas por Mauricio Nahas de artistas do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais; e “Carolina em Nós”, uma homenagem à escritora, poetisa e sambista Carolina Maria de Jesus.

Em seguida, o pessoal se deliciou com um piquenique no Parque Ibirapuera! Eles comeram lanches e frutas e fizeram algumas brincadeiras para integrar o grupo. A próxima parada foi na EE Professor Antônio Alves Cruz, onde as crianças acompanharam uma parte do ensaio do grupo de maracatu Bloco de Pedra. Depois foi a vez da turma da EMEF João Gualberto fazer uma apresentação! O dia foi encerrado com a Oficina de Maracatu, que o grupo Bloco de Pedra promove todo sábado por meio do Projeto Calo na Mão. Junto com outros participantes, os meninos e meninas do Ateliê cantaram, tocaram, dançaram e se divertiram bastante!

Ateliê Som e Movimento – Percussão na 2ª Festa Recanto Nordestino

As crianças do Ateliê Som e Movimento – Percussão da EMEF João Gualberto do Amaral Carvalho fizeram sua primeira apresentação em um evento fora da escola! A turma do Ateliê-Escola foi convidada para participar da 2ª Festa Recanto Nordestino, realizada no dia 22 de agosto no CEU Caminho do Mar.

O evento dedicado à cultura típica nordestina recebeu apresentações de dança, música e saraus de diversas escolas e grupos. Cerca de 15 participantes do Ateliê, acompanhados pela educadora Mônica Santos, pelo assistente Fábio Barros e pela professora Cida Santos, fizeram uma apresentação de 30 minutos com músicas tradicionais das nações de maracatu.

A meninada adorou participar do evento e ter a oportunidade de tocar para os pais, alunos e moradores da região. A deputada estadual e cantora Leci Brandão, que também estava na festa, parabenizou e elogiou as crianças do Ateliê pela apresentação!

As turmas da EMEF João Gualberto e da EMEF Alferes Tiradentes também fizeram uma atividade muito bacana no Ateliê Som e Movimento – Percussão neste mês. A educadora Mônica Santos e o assistente Fábio Barros organizaram uma oficina para as crianças aprenderem a fazer a manutenção das alfaias, que são os tambores típicos do maracatu! Elas viram como trocar a pele dos instrumentos e afiná-los. Na EMEF João Gualberto essa oficina aconteceu em 20 de agosto, e na EMEF Alferes Tiradentes aconteceu em 28 de agosto.