Arquivos do Blog

Novidades para aproveitar a água da chuva no Ateliê-Escola

O percurso deste ano do Viveiro Escola, do Ateliê-Escola, está relacionado com um tema bastante atual: esse período de falta de chuvas, em que estamos nos empenhando para melhorar o uso da água. Os educadores Bruno Helvécio, Pedro Massella e Julio Fernandes irão construir uma minicisterna nos viveiros das escolas. São pequenos reservatórios que armazenam a água da chuva para ser aproveitada depois. Essa é uma maneira de economizar água e também ter uma reserva nos dias em que não estiver chovendo.

Mas essa não é a única novidade do ateliê neste ano! A água armazenada nas minicisternas será usada para irrigar dois ambientes novos no viveiro, um seco e um úmido. O jardim de chuva é o ambiente seco. Ele é plantado em um terreno com o solo permeável e com um pouco de profundidade, para que a terra absorva a água da chuva que fica acumulada. Para ajudar a reter a água na terra, os educadores vão cobrir a superfície com palha. São as crianças que vão escolher as espécies que serão plantadas, além de participar do plantio e dos cuidados para manter o jardim.

O ambiente úmido que os participantes do ateliê também vão ajudar a fazer é a roda de bananeiras. Para criá-la, é preciso cavar um buraco e preenchê-lo com materiais orgânicos, como folhas secas, galhos e restos de poda. Ao redor desse buraco, serão plantadas espécies que gostam de solos úmidos, como a bananeira, o inhame e o gengibre. Dessa forma, a água é absorvida rapidamente pelo material orgânico e reaproveitada pelas plantas.

O mais legal desses ambientes, combinados com a minicisterna, é que eles são autossuficientes. Isso significa que as plantas sobrevivem aproveitando a água da chuva, mas se o tempo estiver seco, elas serão irrigadas com a água armazenada na minicisterna. Os educadores também vão mostrar os cuidados que devem ser tomados com a minicisterna para evitar que ela seja uma casinha para o mosquito da dengue, como tratar a água com cloro e usar uma tela de mosqueteiro. Ficamos bem curiosos para saber como será o resultado final desse percurso!

Apresentações do Matéria-Prima no Festival Eurofarma

Quatro unidades da Eurofarma em São Paulo e Itapevi conheceram um pouquinho do que aconteceu nos ateliês do Matéria-Prima São Paulo e Itapevi em 2014 durante o Festival Eurofarma. Realizado entre os dias 1º e 4 de dezembro, o evento contou com apresentações de quatro ateliês nos espaços das unidades Itapevi, Freguesia do Ó, Campo Belo e Interlagos e alegrou a rotina dos colaboradores!

O Ateliê Matéria-Prima Encena, do MP Itapevi, fez um happening – aquela intervenção artística cheia de expressões e movimentos – sobre medo e coragem. A apresentação, orientada pela educadora Renata Melo, foi feita para as crianças da creche da Eurofarma. Já o Ateliê Percussão, também do MP Itapevi, fez um lindo cortejo de maracatu nas praças das unidades, acompanhado pela educadora Simone Medeiros.

As apresentações do MPSP ficaram por conta do Ateliê Canto em Grupo e foram organizadas pelos educadores Daniel Reginato e Camila Queiroz. Um dos grupos cantou músicas de Dorival Caymmi e Tom Jobim que falam sobre a natureza, e que fazem parte do percurso “Canções da Mata ao Mar”. E as outras apresentações, com canto e percussão corporal, eram parte do percurso “Canto das Águas”, com músicas brasileiras sobre a importância da água.

Canto em Grupo: passeios para ficar por dentro do tema “Da nata ao mar”

Os educadores Daniel Reginato e Andressa Feigel, do Ateliê Canto em Grupo do Matéria-Prima São Paulo, estão fazendo atividades com o tema “Da nata ao mar (canções dos mestres Caymmi e Jobim)” com as crianças do Grupo Azul. Em 18 de outubro, a turma visitou dois lugares que têm tudo a ver com essa proposta: o Auditório Ibirapuera e o Museu Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP).

No primeiro passeio eles tiveram a oportunidade de assistir aos ensaios da Orquestra Brasileira do Auditório (OBA) e do Coral da Escola do Auditório do Ibirapuera e a uma apresentação da Obinha, orquestra que reúne alunos de 12 a 15 anos da Escola do Auditório. Depois, a criançada conferiu uma exposição científica no Museu Oceanográfico chamada “The Future Ocean – Oceano do Futuro”, que mostra pesquisas e atrações sobre o mar e os cuidados que devemos ter para conservá-lo.