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Formação sobre música na escola para professores de Itapevi

Cerca de 180 professores da rede pública de Itapevi participaram de uma formação promovida pelo Matéria-Prima Itapevi em parceria com a Secretaria Municipal de Educação nos dias 2, 9 e 15 de junho. Pelo segundo ano, o tema da formação foi “Música na escola – um coro em cada escola”. Monitores e professores de artes, da Educação Infantil, do Berçário e de Atendimento Educacional Especializado (AEE) conheceram elementos da música, atividades que podem ser realizadas em sala de aula e um pequeno repertório de canções para começar as atividades.

O objetivo da formação foi oferecer elementos básicos para que os professores iniciem ou aperfeiçoem coros nas escolas. Quem deu as formações foi o maestro Vanderlei Banci, que é regente da Orquestra da Vila e gerente técnico da Divisão de Artes da Secretaria Municipal de Educação de Guarulhos (SP). Este é o sétimo ano em que o MP Itapevi promove formações para professores do município.

Novos desafios aos pequenos veteranos do Ateliê-Escola

O Ateliê-Escola recebe novas turmas a cada ano. Mas neste ano, as educadoras Camila Nascimento e Luana Batista têm uma novidade: duas turmas que fizeram parte dos Ateliês Canto em Grupo e Jogos e Brincadeiras em 2015 estão participando novamente! Nós conversamos com as duas educadoras para saber como estão sendo as atividades com os pequenos veteranos do Ateliê-Escola.

No ano passado, o pessoal do 3º ano da EE Professora Amélia Moncon Ramponi exercitou a afinação e a coordenação motora no Ateliê Canto em Grupo. “Como era a primeira experiência deles com música, eles fizeram exercícios com os pés e as mãos e conheceram o que são timbres, palmas graves e agudas, afinação, manossolfa, que é uma técnica de escala musical com movimentos, entre outros”, explica Camila. O repertório era composto por canções simples da música popular brasileira, para que as crianças aprendessem melhor as melodias.

Agora que a garotada está no 4º ano, a dificuldade das músicas aumentou! Tem canções com dissonância (quando as notas não seguem um padrão na escala musical), duas vozes, mais quebras rítmicas… Também há brincadeiras com bolas e baquetas para praticar marcação de tempo e divisões rítmicas. O objetivo é que as crianças ampliem a percepção musical e as sonoridades que conhecem. Camila disse que os participantes estão na maior empolgação e que lembram direitinho do que aprenderam no ano passado. “Você vê que a música realmente entrou dentro deles. E eles já entram na sala com postura de músicos, sem fazer bagunça, ficam com a coluna reta para não machucar o diafragma, está muito bacana”, diz a educadora.

O caso do Ateliê Jogos e Brincadeiras é um pouco diferente. As crianças do 2º ano da EMEF Maria Lucia dos Santos que participaram em 2015, quando estavam no 1º ano, se juntaram a outras que não conheciam o Ateliê. Então Luana decidiu retomar algumas atividades feitas no ano passado e também incluir outras com uma dificuldade maior. O mais legal é que aqueles que já tinham feito as brincadeiras passaram a ajudar os colegas. “Eles acabaram se tornando líderes no grupo”, conta a educadora. “O fantástico é acompanhar o crescimento deles. Havia crianças que não conseguiam identificar uma forma geométrica, por exemplo. Hoje elas já conseguem e ainda tomam a iniciativa de ajudar a turma.”

Além de formas geométricas, reciclagem, partes do corpo humano e assuntos de matemática e português, que já estavam presentes nas brincadeiras, os professores pediram para incluir a questão do mosquito Aedes aegypti, que transmite os vírus da dengue, chikungunya e zika. Para isso, os pequenos fizeram a brincadeira “Caça ao mosquito da dengue”. As turmas foram divididas em equipes e saíram pela escola em busca de locais onde o mosquito poderia colocar seus ovos. Cada vez que uma equipe encontrava um local e sugeria as mudanças que deveriam ser feitas, ganhava um ponto.

Jubileu da Eurofarma tem apresentação do Ateliê Canto em Grupo

O Ateliê Canto em Grupo, do Matéria-Prima Itapevi, foi convidado pela segunda vez para se apresentar no Jubileu da Eurofarma. É um evento especial que homenageia os funcionários da Eurofarma que completaram 10, 15, 20 e 25 anos de trabalho na empresa. Neste ano ele foi realizado no dia 14 de abril no espaço de eventos Casa Petra, em São Paulo, e reuniu cerca de 250 convidados.

O educador Daniel Reginato acompanhou os meninos e meninas do Ateliê, que se apresentaram com becas personalizadas do Instituto Eurofarma. Eles cantaram um pot-pourri (uma sequência com trechos de músicas diferentes) com cinco canções: “O rouxinol”, de Milton Nascimento; “O trenzinho do caipira”, de Heitor Villa Lobos e Ferreira Gullar; “Abri a porta”, de Dominguinhos e Gilberto Gil; “Samba de Maria Luiza”, de Tom Jobim; e “Maracangalha”, de Dorival Caymmi. Parabéns à garotada pela linda apresentação!

Ateliê-Escola começa o ano com novidades nos ateliês

As turmas do Ateliê-Escola começaram o ano bastante empenhadas nos ateliês. Neste primeiro mês já teve muita música, contação de histórias, brincadeiras, atividades nos viveiros… Também há novidades nos ateliês – olha só o que vem por aí!

O Ateliê Som e Movimento – Capoeira conta com um novo educador: Rodrigo Moreira, conhecido como Carioca. Ele faz parte do Grupo Nzinga de Capoeira Angola e pratica esse estilo de capoeira há 13 anos. As crianças do 1º ano da EMEF Professor Laerte Ramos de Carvalho vão conhecer mais sobre as tradições da capoeira Angola neste ano e já começaram a treinar o movimento básico da capoeira, chamado de ginga.

A natureza foi a inspiração para os repertórios escolhidos pelos educadores Daniel Reginato e George Ferreira para o Ateliê Canto em Grupo. Com o projeto “Entre bichos e ritmos”, Daniel vai apresentar diferentes animais da fauna brasileira por meio de canções. Já as turmas de George conhecerão músicas que falam sobre elementos da natureza e sua relação com o ser humano, no projeto “Encantos da natureza”. Os dois repertórios incluem canções de grandes compositores brasileiros e de ritmos típicos do país.

A educadora Fúlvia Marchezi transformou os primeiros encontros do Ateliê Arte para Todos em sessões muito divertidas de contação de histórias. A ideia é que os participantes do ateliê explorem os elementos das histórias para depois aproveitá-los em suas próprias criações. Neste semestre as turmas farão pinturas em tecido, que serão transformadas em uma colcha de autorretratos para decorar um espaço da escola.

E a garotada do Ateliê Digital vai produzir filmes com a técnica de stop motion, que foi um sucesso com as turmas de 2015. Mas neste ano os filmes terão um toque diferente: as próprias crianças aparecerão como os personagens!

Sessões Pipoca e apresentações musicais para fechar o ano no Ateliê-Escola

Os encerramentos do Ateliê Digital e do Ateliê Canto em Grupo tiveram apresentações especiais dos participantes nas escolas e nas Mostras Culturais!

O tema do Ateliê Digital deste ano foi animações em stop motion, uma técnica que usa uma sequência de fotos para produzir uma imagem em movimento. Os educadores Pyero Fiel e Renata Melo conversaram com a garotada sobre o surgimento da fotografia e da imagem em movimento. Os participantes criaram roteiros, cenários, personagens e storyboards para fazer exercícios de sequência fotográfica. Depois de todo esse preparo, fizeram suas próprias animações!

Na EMEF Carlos de Andrade Rizzini, na EMEF Dr. Antônio Carlos de Abreu Sodré e na EMEF Professor Laerte Ramos Carvalho, elas foram exibidas a outras turmas em Sessões Pipoca. Já na EE Amélia Moncon Ramponi e na EMEF Alferes Tiradentes, além das Sessões Pipoca, houve uma exibição das animações nas Mostras Culturais das escolas! O ateliê também ganhou um canal no YouTube para divulgar os vídeos feitos pelas crianças. Acesse neste link.

 

Os educadores Daniel Reginato, George Ferreira e Luciene de Azevedo organizaram as atividades do Ateliê Canto em Grupo em dois percursos: “Senhora Canção”, com grandes compositores da música brasileira, e “Nossas Raízes Sonoras”, com músicas influenciadas pelas culturas indígena, africana e portuguesa. As crianças fizeram exercícios de percepção corporal, registro sonoro e domínio vocal e conheceram mais sobre os aspectos culturais e musicais das canções do repertório.

Além disso, as crianças fizeram micro-oficinas a outras turmas da escola com jogos musicais e a apresentação de uma canção. Elas também fizeram apresentações finais aos pais, alunos e à comunidade escolar na EMEF Carlos de Andrade Rizzini, na EE Professora Amélia Moncon Ramponi, na EMEF João Gualberto do Amaral Carvalho e na EMEF Alferes Tiradentes. As apresentações das crianças da EMEF Professor Laerte Ramos Carvalho e da EMEF Maria Lúcia dos Santos aconteceram durante as Mostras Culturais das escolas.