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Uma formação de brincadeira!

Mais uma vez, o Instituto Eurofarma está oferecendo uma formação para professores das redes públicas de Itapevi e São Paulo. O objetivo é compartilhar com professores e professoras as estratégias e recursos de ensino utilizados em dois projetos do Instituto, o Matéria-Prima Itapevi e o Ateliê-Escola. Neste ano, a formação é sobre o brincar na escola e está sendo conduzida por Biba Rigo, educadora do Ateliê-Escola.

A formação foi dividida em quatro encontros – em Itapevi, eles começaram no dia 19 de outubro, com a presença da secretária municipal de Educação, Virgínia Soares de Oliveira. O objetivo foi conversar com as professoras sobre a importância das brincadeiras livres na escola e sua relação com a valorização da infância. A cada encontro, Biba apresenta um repertório de brincadeiras e construção de brinquedos e convida as professoras a brincarem junto.

Para a professora Daniela Santos, do CEMEB Rui Barbosa, as brincadeiras realizadas na formação estão fazendo com que as professoras se lembrem do quão prazeroso é brincar. “Infelizmente, no Infantil, muitos professores estão tendo um olhar excessivamente alfabetizador e acabam se esquecendo das brincadeiras”, diz. “O que a gente está percebendo é que os professores estão focados em passar muitos conteúdos para as crianças pequenas. Então a gente está tentando mudar isso, e essas discussões são muito ricas”, acrescenta Edna Duraes de Santana, supervisora de Ensino da Secretaria Municipal de Educação de Itapevi.

A formação em São Paulo acontecerá ao longo do mês de novembro.

2ª formação sobre horta escolar é realizada pelo Ateliê-Escola

Cerca de 30 pessoas participaram da segunda formação sobre horta escolar promovida pelo Ateliê-Escola (veja como foi a primeira). A formação aconteceu nos dias 21, 22 e 24 de outubro e reuniu professores, coordenadores e diretores de escolas públicas de São Paulo (SP). O CEI Cantinho da Criança levou inclusive a equipe da cozinha! A escola quer envolver todos os profissionais para implementar uma horta.

Os dois primeiros dias de formação foram realizados na sede do Matéria-Prima São Paulo. A bióloga e permacultora Flávia Cremonesi conversou com os participantes sobre a importância de criar uma horta na escola, alternativas para o cultivo e atividades de educação ambiental que podem ser feitas nesse espaço. Os educadores também puderam tirar dúvidas e compartilhar as experiências de sua escola.

Já no terceiro dia, a educadora Daniele Castro acompanhou os participantes em uma visita ao viveiro da EMEF Alferes Tiradentes, mantido pelo Viveiro Escola, do Ateliê-Escola. Eles conheceram o espaço, montaram sementeiras e uma horta em caixotes e finalizaram o encontro com uma confraternização.

Um viveiro cheio de recursos

Durante a visita ao viveiro da EMEF Alferes Tiradentes, os participantes puderam conhecer os diversos recursos usados para ajudar na manutenção do espaço. Um deles é o sistema de captação de água da chuva, composto por uma minicisterna de 200 litros e uma roda de bananeiras. A água armazenada na minicisterna é usada para regar as plantas. E quando tem bastante chuva, a água que transborda é direcionada para a roda de bananeiras, onde é absorvida em um buraco com folhas secas e galhos e aproveitada pelas bananeiras.

Os educadores viram diferentes jeitos de construir canteiros, com materiais como madeira, tijolo e pneus. Além disso, conheceram duas técnicas usadas no viveiro: a adubação verde, que prepara a terra para o plantio, e a técnica das plantas companheiras, na qual o plantio das espécies é organizado de uma forma que elas contribuam para o crescimento umas das outras. Uma das coisas mais legais é que a escola mobilizou todas as equipes para colaborar com o viveiro. A composteira é um exemplo disso – para fazer o adubo, as cozinheiras contribuem com restos de cascas de alimentos e a equipe de limpeza, com folhas recolhidas no pátio da escola.

Gustavo Weiss, professor de ciências da EMEF Alferes Tiradentes, quer envolver o pessoal do Ensino Fundamental II em atividades no viveiro, e participou da formação. Educadores de mais quatro escolas parceiras do Ateliê-Escola que pretendem implementar hortas também estiveram presentes: EMEF João Gualberto do Amaral Carvalho, EE Professora Amélia Moncon Ramponi, EMEF Carlos de Andrade Rizzini e EMEF Professora Maria Lucia dos Santos.

Ateliê-Escola oferece formação sobre horta escolar a professores

Nos dias 30 de setembro e 1 e 3 de outubro, o Ateliê-Escola promoveu uma formação para professores da rede pública de São Paulo (SP) sobre horta escolar. O objetivo foi mostrar aos educadores a importância de criar uma horta na escola, apresentar alternativas de cultivo e atividades de educação ambiental e esclarecer dúvidas sobre o assunto. A bióloga e permacultora Flávia Cremonesi conduziu a formação.

Os primeiros dois encontros aconteceram na sede do Matéria-Prima São Paulo. Flávia falou sobre os quatro elementos que compõem a natureza (água, terra, ar e fogo) e sua relação com os espaços de cultivo; mostrou diferentes tipos de horta que podem ser construídas nas escolas e por que elas são um espaço de educação ambiental; e sugeriu atividades e brincadeiras que podem ser feitas na horta relacionadas às matérias escolares.

Outro assunto bem interessante foi o consumo de alimentos livres de agrotóxicos. É um tema importante para as escolas municipais de São Paulo, já que este ano foi aprovada uma lei que obriga as escolas a incluir alimentos orgânicos ou de base agroecológica (que não utiliza agrotóxicos e outras substâncias que prejudicam o meio ambiente) na merenda. Os professores foram bastante participativos na formação, tirando dúvidas, fazendo comentários e compartilhando suas experiências com hortas.

O terceiro encontro foi uma visita ao viveiro da EMEF Alferes Tiradentes, mantido em parceria com o Viveiro Escola, do Ateliê-Escola. Flávia apresentou o espaço e todos os componentes do viveiro aos professores. Para mostrar que dá para criar uma horta em espaços de qualquer tamanho, a bióloga fez junto com os professores uma horta em caixotes e uma sementeira. Todos ajudaram a preparar a terra, montar os caixotes e plantar as sementes e mudas! O dia terminou com uma confraternização, que incluiu um guacamole feito na hora por Flávia e pelos participantes, torradinhas e lanches.

“Achei uma iniciativa muito bacana, principalmente a aula prática”, comentou a professora Cláudia Regina Moura da Silva, uma das participantes. Sua turma da Educação Infantil da EMEI Aurélio Buarque de Holanda Ferreira já fez um canteiro com garrafas PET. Agora, Cláudia pretende incentivar a escola toda a se envolver em um projeto de horta. “Já indiquei a formação para outras professoras da escola. Flávia disse que é importante que a horta seja um projeto da escola, e não de um professor só, e é isso que eu espero passar para eles”, conta.

Todos os professores que participaram receberam um link de acesso a materiais sobre horta e permacultura para baixar gratuitamente. Ficou com vontade de participar? Então não perca a segunda formação, que acontece nos dias 21 e 22 outubro das 19h às 21h e no dia 24 de outubro das 9h às 13h. As inscrições são gratuitas e já estão abertas para professores da rede pública. Para mais informações, envie um e-mail para taiane@lfdb.com.br.

Viveiro Escola como espaço de formação

O viveiro da EMEF Alferes Tiradentes se transformou em um espaço de formação, que serve até de modelo para outras escolas! Além dos participantes da formação, o espaço também recebeu a visita de educadores e alunos da EMEF João Gualberto do Amaral Carvalho. É que a professora Sandra Dutra está implementando uma horta na escola, e quis conhecer o viveiro do Alferes junto com a coordenadora Christiane Zuchetti no dia 9 de setembro. Elas gostaram tanto do espaço, que levaram os alunos do 4º ano B para conhecê-lo também no dia 24 de setembro! O educador Bruno Helvécio apresentou o viveiro, e depois as crianças acompanharam as atividades de uma das turmas do Viveiro Escola.

Formação sobre contação de histórias para professores de Itapevi

Cerca de 85 professores e coordenadores pedagógicos de Educação Infantil da rede pública de Itapevi participaram de uma formação dedicada à contação de histórias! Foi a segunda formação de professores do ano realizada pelo Matéria-Prima Itapevi em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SME) – veja como foi a primeira aqui. Os encontros foram realizados na SME nos dias 7, 18 e 21 de agosto.

A responsável pela formação foi a contadora de histórias e escritora Kiara Terra. Ela conversou com os educadores sobre o tema “História Aberta – Estratégias para Explorar os Elementos da Narrativa”, mostrando como é possível contar histórias de maneira interativa, com a participação das crianças.

Os professores conheceram formas de explorar os elementos da narrativa, como escolher e adaptar histórias e como lidar com temas mais difíceis de tratar com as crianças. Para tornar a contação um momento de interação, eles também viram maneiras de acolher as perguntas dos alunos e conduzir a história e como os objetos podem ser utilizados e ganhar diferentes significados na apresentação.

Música é o tema da formação de professores em Itapevi

Durante o mês de junho, mais uma formação de professores da rede pública de Itapevi foi realizada pelo Matéria-Prima Itapevi em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SME). Os três encontros aconteceram na SME nos dias 12, 18 e 25, reunindo 115 professores de artes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental.

O tema desta formação foi “Música na Escola – Um Coro em Cada Escola”. Os participantes conheceram elementos da música, atividades que podem ser feitas em sala e um pequeno repertório para as primeiras aulas.

É um assunto muito importante, já que existe até uma lei que obriga o ensino de música nas escolas. Organizar um coro pode ser um bom caminho para isso! Quem conduziu os encontros foi o maestro Vanderlei Banci, que coordena a área técnica da Escola de Música do Auditório Ibirapuera e é chefe de divisão da área técnica de Artes da Secretaria Municipal de Educação de Guarulhos (SP).

Ateliê-Escola organiza formação de professores da rede pública de São Paulo

Os professores da rede municipal de ensino de São Paulo se reuniram entre os dias 14 e 28 de julho na Diretoria Regional de Educação (DRE) de Santo Amaro para participar da Formação de Professores do Ateliê-Escola. O evento era dedicado aos docentes que dão aulas para crianças de 4 a 5 anos ou que estão no primeiro ciclo escolar (1º, 2º e 3º anos). O evento aconteceu em três encontros, sempre às segundas-feiras à noite.

O tema deste ano foi o mesmo da formação dada pelo pessoal do Matéria-Prima Itapevi: “Elementos das narrativas: Histórias de Medo e Coragem”. O objetivo foi multiplicar os conhecimentos dos professores com base na experiência do Ateliê Era Uma Vez… em um curso de 12 horas dado pela contadora de histórias Kiara Terra. A formação começou com uma contação de histórias e prosseguiu com discussões e reflexões sobre a melhor maneira de abordar em sala de aula o tema “Histórias de Medo e Coragem”.

Os professores que comparecem à formação recebem um certificado de participação, dado pela própria DRE.