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Ateliê-Escola: acervo em vídeo de histórias de vida e arte nas escolas

Dois ateliês encerraram o primeiro semestre no Ateliê-Escola com produtos finais que deixaram sua marca nas escolas! O educador Lucca Cardoso orientou os participantes do Ateliê Cultura Digital no projeto “Retrato de classe”. As crianças filmaram depoimentos dos participantes do ateliê e de professores das EMEFs Doutor Antônio Carlos de Abreu Sodré, Professor Laerte Ramos de Carvalho e João Gualberto do Amaral Carvalho em que eles contam histórias marcantes de suas vidas. Os vídeos formaram um acervo digital de histórias, que foram exibidas nas escolas e podem ser assistidas neste link.

No Ateliê Arte para Todos, cada escola teve um projeto diferente, conduzidos pela educadora Fúlvia Marchezi. As crianças da EE Professora Amélia Moncon Ramponi se inspiraram no artista catalão Antoni Gaudí para restaurar 28 armários da escola com mosaico e pintura com tinta em spray. Os participantes do ateliê na EMEF Doutor Antônio Carlos de Abreu Sodré imaginaram seres de outro mundo e fizeram um desenho gigante de um deles, que foi pintado com giz de cera, colocado em placas de MDF e será instalado em uma parede da escola. E os muros da EMEF Carlos de Andrade Rizzini foram coloridos com ilustrações dos pequenos de seres rastejantes e voadores.

Final de semestre com torta na cara e contação de histórias

No Ateliê-Escola, os Ateliês Jogos e Brincadeiras e Era Uma Vez… prepararam atividades especiais para encerrar o semestre! As crianças do Ateliê Jogos e Brincadeiras participaram de um campeonato muito divertido de perguntas e respostas, no estilo “torta na cara”. Os pequenos foram divididos em equipes e se revezaram para responder perguntas feitas pela educadora Luana Batista, envolvendo temas das atividades feitas durante o semestre.

O primeiro a bater na campainha tinha que responder a pergunta. Se acertasse, dava uma “tortada” de chantili no rosto do adversário. E se errasse, era ele quem ficava com a cara toda melecada! As três equipes que acertaram mais perguntas ganharam medalhas de ouro, prata e bronze, e a vencedora também recebeu um troféu. O campeonato foi realizado nos dias 27, 28 e 30 de junho nas EMEFs Doutor Antônio Carlos de Abreu Sodré, Alferes Tiradentes, Professora Maria Lucia dos Santos e na EE Professora Amélia Moncon Ramponi.

Já o pessoal do Ateliê Era Uma Vez… escolheu a história que mais gostou de conhecer durante o semestre para contá-la a outras turmas da escola. Foram selecionados os contos populares “Três desejos”, “Maria Angula” e “Rei cabeça de galinha”. Além disso, as crianças mostraram para os colegas os cadernos que fizeram com ilustrações dos contos apresentados pelo educador Márcio Maracajá no Ateliê. As apresentações aconteceram em 28 e 30 de junho nas EMEFs João Gualberto do Amaral Carvalho, Alferes Tiradentes e Professor Laerte Ramos de Carvalho.

MP Encena: teatro de bonecos com fantoches de materiais recicláveis

Depois do sucesso da turnê de teatro de sombras no ano passado, o Ateliê Matéria-Prima Encena traz o teatro de bonecos para o Matéria-Prima Itapevi. Além de encenar duas peças, as crianças estão envolvidas em todas as etapas da produção, incluindo a criação dos fantoches que serão usados, feitos de materiais recicláveis.

Primeiro, a educadora Renata Melo apresentou algumas peças ao pessoal e pediu para que eles escolhessem duas para encenar. As histórias selecionadas foram “Três velhas tecelãs”, sobre uma jovem que ganha a ajuda de três senhoras para resolver um desafio do rei; e “Histórias dos tempos de calor e frio”, inspirada em uma lenda da Grécia Antiga que conta como surgiram as estações quentes e frias do ano.

Os personagens das histórias foram divididos entre as crianças para que elas pensassem e desenhassem um projeto de como seriam seus fantoches. Renata combinou com os participantes do Ateliê de trazer os materiais recicláveis de casa, e todo mundo colaborou! Agora a turma está confeccionando os bonecos, que são feitos assim: o corpo é de garrafa PET, coberto por fita crepe. O fantoche recebe olhos, orelhas, boca e outras partes do corpo feitas com bolinhas de jornal e coladas com fita crepe. Depois, tudo é coberto com filtro de café de papel e pintado.

No final do primeiro semestre, a turma irá ensinar os pais e idosos de um centro de convivência a fazer seus bonecos também. O segundo semestre será dedicado aos ensaios para as apresentações de final de ano. Para completar, os fantoches serão doados a algumas escolas de Itapevi.

Dia de humor e diversão em Itapevi com o ventríloquo Yakko Sideratos

O festival de humor Risadaria, patrocinado pela Eurofarma, encerrou sua 6ª edição em São Paulo em 26 de julho. E o Instituto Eurofarma levou uma atração especial do festival ao Matéria-Prima Itapevi no dia 6 de agosto! O ator e ventríloquo Yakko Sideratos divertiu a garotada em duas apresentações, uma para a turma da manhã e outra para o pessoal da tarde.

Yakko fez truques de mágica e contou piadas e histórias com seus bonecos Tico Tucano, Petráki e o bebê Vitinho. Todo mundo caiu na gargalhada, principalmente quando o ator chamou uma criança para participar do espetáculo e fingir que ela era um boneco de ventríloquo também.

E não foi apenas durante as apresentações que Yakko brincou com a meninada! Ele conheceu a sede, conversou com crianças e funcionários, tirou fotos, deu autógrafos, fez truques de mágica com todos que encontrava pelos corredores e deixou o dia do MP Itapevi repleto de alegria e bom humor!

Conhecer as histórias para contá-las do nosso próprio jeito

No encerramento do semestre do Ateliê Era Uma Vez…, do Ateliê-Escola, as crianças atuaram como verdadeiras contadoras de histórias! A gente já tinha falado aqui no blog sobre o repertório variado de histórias que elas conheceram e os elementos da narrativa que exploraram. E foi a partir deles que os pequenos conseguiram se apropriar das histórias para contá-las com suas próprias palavras.

O educador Márcio Maracajá convidou as crianças a identificar, em cada história, todos os elementos da narrativa. Elas também imaginaram como seriam detalhes como o cenário, os personagens e os figurinos e fizeram desenhos bem coloridos com canetinha. Com essas atividades, deu para conhecer tão bem a história, que nem precisava mais do livro para recontá-la.

Cada turma escolheu seu conto favorito para contar a uma outra turma da escola. Na EMEF João Gualberto do Amaral Carvalho, que teve o encerramento no dia 23 de junho, cada sala optou por um: o conto africano “Ulomma: a casa da beleza”, a história de terror “Maria Angula” e o conto popular “As façanhas de Zé Burraldo”. “Ulomma” também foi o preferido da criançada da EMEF Professor Laerte Ramos de Carvalho, que se apresentou em 25 de junho. Já o pessoal da EMEF Alferes Tiradentes escolheu “Maria Angula” para contar no dia 2 de julho.

Todo mundo ensaiou muito, com a ajuda das professoras. O resultado foi bem bacana: as crianças da plateia prestaram bastante atenção e adoraram conhecer as histórias e os livrinhos que os participantes do ateliê fizeram com os desenhos dos contos. Ficaram tão caprichados, que as professoras da EMEF João Gualberto e da EMEF Laerte Ramos selecionaram alguns para expor na Feira Cultural das escolas em agosto.

Repertório variado de histórias para as crianças do Ateliê-Escola explorarem

A criançada do Ateliê-Escola vai conhecer diversos tipos de contos no Ateliê Era Uma Vez… desse ano! O educador Márcio Maracajá escolheu um repertório bem variado: tem contos populares brasileiros e de outros países, fábulas e histórias de terror.

“O príncipe corajoso”, por exemplo, é uma história tradicional da Etiópia que mostra os truques de um príncipe covarde para convencer o reino de que é valente. Já “Pelo figo da figueira” é um conto de terror, com uma madrasta malvada que quer dar um jeito de se livrar de sua enteada. “Maria Angula”, “Os brinquinhos de Maria”, “O príncipe e o lobo” e “Três desejos” são algumas das outras histórias que Márcio vai contar aos participantes do ateliê.

No começo, a turma vai ouvir os contos e explorar todos os elementos que compõem a narrativa, como os heróis, os vilões, o cenário, o narrador… Tudo isso vai ser registrado com anotações. Depois, eles vão escolher uma história e cada um vai desenhar um momento dela, recontando-a com as ilustrações. Esses desenhos serão reunidos em um livro feito pela garotada para levar para casa.

Os participantes também terão um outro momento para contar história. Eles vão selecionar mais um conto e preparar uma encenação para outra turma da escola. E poderá ser do jeito que preferirem: com as crianças atuando como os personagens, usando bonecos, objetos ou o que mais vier na imaginação!