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Sábado dedicado ao maracatu com o Ateliê Som e Movimento – Percussão

No Ateliê-Escola, 22 participantes do Ateliê Som e Movimento – Percussão das EMEFs João Gualberto do Amaral Carvalho e Alferes Tiradentes se juntaram para um sábado diferente! A educadora Mônica Santos, os assistentes Fábio Barros, Robson Pessoa e Taiane Ladislau e a professora Cida Santos, da EMEF João Gualberto, acompanharam as turmas no dia 14 de novembro em visitas ao Museu Afro Brasil, no Parque Ibirapuera, e a uma oficina de maracatu na EE Professor Antônio Alves Cruz.

A manhã foi dedicada a conhecer o museu. Foi uma oportunidade para a meninada ver de perto diversos elementos que originaram e que compõem o maracatu, desde a história dos homens e mulheres negros trazidos da África como escravos até instrumentos, vestimentas, estandartes e muito mais. Eles também conferiram duas exposições em cartaz no museu: “Do pó da Terra”, que reúne fotos tiradas por Mauricio Nahas de artistas do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais; e “Carolina em Nós”, uma homenagem à escritora, poetisa e sambista Carolina Maria de Jesus.

Em seguida, o pessoal se deliciou com um piquenique no Parque Ibirapuera! Eles comeram lanches e frutas e fizeram algumas brincadeiras para integrar o grupo. A próxima parada foi na EE Professor Antônio Alves Cruz, onde as crianças acompanharam uma parte do ensaio do grupo de maracatu Bloco de Pedra. Depois foi a vez da turma da EMEF João Gualberto fazer uma apresentação! O dia foi encerrado com a Oficina de Maracatu, que o grupo Bloco de Pedra promove todo sábado por meio do Projeto Calo na Mão. Junto com outros participantes, os meninos e meninas do Ateliê cantaram, tocaram, dançaram e se divertiram bastante!

Ateliê Percussão entra no ritmo do maracatu com muitas atividades

O Ateliê Percussão, do Matéria-Prima Itapevi, já começou o ano com muitas atividades diferentes! Para conhecer melhor as origens do maracatu, no dia 23 de março a educadora Simone Medeiros levou a criançada ao Museu Afro Brasil, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Lá eles viram muitas coisas sobre a cultura afro-brasileira, desde a história dos negros trazidos da África até elementos das manifestações culturais, como vestimentas, instrumentos musicais e estandartes.

Já no dia 27 de março, a turma recebeu a visita de Ana Lúcia Silva, que é dançarina profissional há mais de 20 anos. Ela conduziu as crianças em uma oficina de dança do maracatu, mostrando os passos básicos e o ritmo. No dia seguinte, elas continuaram nesse ritmo com a Oficina de Maracatu do Projeto Calo na Mão, realizada na EE Professor Antonio Alves Cruz, em São Paulo. Foi uma tarde dedicada ao maracatu de baque virado, com danças e canto de loas (músicas do maracatu).

Maracatu na medida certa

Graças à parceria estabelecida com o projeto Calo na Mão*, 8 alfaias foram especialmente confeccionadas para o Ateliê Som e Movimento. Menores e mais leves, os novos tambores proporcionam melhor desenvoltura para as crianças, facilitando o aprendizado musical.

Até o fim da próxima semana, serão produzidas mais 4 alfaias, totalizando 12 novos instrumentos.

*Projeto Calo na Mão é uma iniciativa sociocultural (promove atividades gratuitas de Maracatu de Baque Virado) realizada na Escola Estadual Prof. Antônio Alves Cruz, em São Paulo.

Apresentações sacodem as escolas!

No mês de maio, o Ateliê Som e Movimento levou apresentações de maracatu para os recreios das EMEFs Carlos de Andrade Rizzini, João Gualberto A. Carvalho, Laerte Ramos Carvalho e Prof. Maria Lúcia dos Santos.

O objetivo era convidar os estudantes para participar das atividades desenvolvidas no Ateliê-Escola, durante o contraturno. Os ateliês acontecem entre 12h e 13h30 para 120 alunos do ensino fundamental nas dependências das unidades escolares e em parceria com o Programa Ampliar, da Secretaria Municipal de Educação. “O objetivo é iniciar as crianças no mundo da música por meio das brincadeiras populares, por isso escolhemos o Maracatu de Baque Virado”, explica Mônica Santos, educadora do Ateliê-Escola.

A iniciativa conta também com a parceria do Projeto Calo na Mão, que forneceu instrumentos musicais para as aulas. “Emprestamos 12 tambores e estamos construindo mais 12, menores e mais leves, especialmente para as crianças. Queremos acompanhar o desenvolvimento das atividades, e é também um pedacinho da gente nas escolas”, conta Luis Gustavo Silviano coordenador do Calo na Mão.

Confiram notícias sobre as apresentações publicadas nos blogs da EMEF Prof. Maria Lúcia dos Santos e EMEF Laerte Ramos de Carvalho.