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Trabalho de criança: muita coisa bonita, gostosa e divertida no encerramento do Ateliê-Escola

Os ateliês do Ateliê-Escola também prepararam atividades especiais para marcar o encerramento do ano, realizadas ao longo de novembro e nas primeiras semanas de dezembro. Teve rodas de capoeira, dias de brincadeiras, apresentações de canto e muito mais!

Ateliê Arte para Todos: Cada escola participante do ateliê neste ano ganhou uma instalação artística diferente feita pelas crianças! Os armários das salas da EE Professora Amélia Moncon Ramponi foram restaurados com técnicas de mosaico e pintura em tinta spray. Um dos muros internos da EMEF Carlos de Andrade Rizzini foi colorido com diversas ilustrações. E as paredes da EMEF Professora Maria Lúcia dos Santos contam agora com grandes painéis de MDF ilustrados com personagens gigantes.

Ateliê de Jogos e Brincadeiras: A criançada do ateliê e de outras turmas se divertiu com o Dia de Brincadeiras, organizado na EE Professora Amélia Moncon Ramponi e nas EMEFs Carlos de Andrade Rizzini e Professora Maria Lúcia dos Santos! Foram montados espaços na área externa das escolas com brincadeiras como bolhona de sabão, casinha, argila, bambolê e outras.

Ateliê Era Uma Vez…: Os pequenos contaram histórias do livro “Fábulas Italianas”, de Ítalo Calvino, para seus colegas de outras turmas das EMEFs Professora Maria Lúcia dos Santos e Doutor Antônio Carlos de Abreu Sodré da EE Professora Amélia Moncon Ramponi.

Ateliê Cultura Digital: As turmas do 2º semestre produziram vídeos com depoimentos de alunos e professores sobre histórias que marcaram suas vidas. Os vídeos foram exibidos às turmas das EMEFs Professor Laerte Ramos de Carvalho e João Gualberto do Amaral Carvalho e da EE Professora Amélia Moncon Ramponi em diversas sessões e durante a Mostra Cultural das escolas, com a presença dos pais.

Ateliê Som e Movimento – Capoeira: As Mostras Culturais da EMEF Professor Laerte Ramos de Carvalho e da EE Professora Amélia Moncon Ramponi tiveram rodas de capoeira com os participantes do ateliê, com ladainhas (cantos de capoeira) compostas pelas próprias crianças!

Viveiro Escola: Na EMEFM Professor Linneu Prestes, alunos, pais e moradores da comunidade puderam conhecer o viveiro durante a Mostra Cultural. O viveiro da EE Professora Amélia Moncon Ramponi também teve visitação na Mostra Cultural, além de uma exposição de cartazes com fotos das atividades realizadas durante o ano. Já as turmas da EMEF Alferes Tiradentes se reuniram para um encontro no viveiro, onde saborearam um guacamole feito pelo educador Pedro Massella e pelo assistente Marcel Zimmermann.

Ateliê Canto em Grupo: Seis escolas participaram do ateliê neste ano com 21 turmas, que realizaram 14 apresentações de canto nas escolas para encerrar 2017. Além disso, as turmas da EMEF Carlos de Andrade Rizzini se apresentaram para pais e comunidade no teatro da Paideia Associação Cultural, que fica no mesmo bairro da escola.

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Ateliê-Escola: saiba como foram os encerramentos em cada ateliê

O Ateliê-Escola encerrou as atividades de 2016 com uma série de atividades e apresentações que envolveram os participantes dos ateliês, pais e comunidade escolar. Confira o que foi realizado ao longo de novembro e no início de dezembro!

As crianças do Ateliê Arte para Todos decoraram bancos da EE Professora Amélia Moncon Ramponi e muretas, corrimões e armários da EMEF Alferes Tiradentes com mosaicos coloridos. O 1º ano da EMEF Carlos de Andrade Rizzini desenhou retratos inspirados nas pinturas de Amadeo Modigliani, que foram colocados em uma placa de MDF e instalados em uma parede da escola. E a turma da EMEF Professora Maria Lucia dos Santos finalizou sua colcha de retratos, que será instalada na escola.

O encerramento do Ateliê Canto em Grupo foi marcado por diversas apresentações! Algumas delas aconteceram durante as Mostras Culturais da EE Amélia Moncon e das EMEFs Carlos Rizzini, Doutor Antônio Carlos de Abreu Sodré e Professor Laerte Ramos de Carvalho. Já as crianças das EMEFs Alferes Tiradentes e João Gualberto do Amaral Carvalho, além de outras turmas da EE Amélia Moncon e da EMEF Carlos Rizzini, se apresentaram em suas escolas para pais, alunos e funcionários.

Nas EMEFs Alferes Tiradentes e Carlos Rizzini e na EE Amélia Moncon, as turmas do Ateliê Jogos e Brincadeiras se juntaram para um dia de muita diversão, com várias brincadeiras regionais aprendidas no ateliê durante o semestre.

O Ateliê Era Uma Vez… organizou o lançamento e a entrega dos livros elaborados pelos participantes ao longo do semestre. As crianças da EMEF Maria Lucia dos Santos e da EE Amélia Moncon fizeram textos e ilustrações para recontar do seu próprio jeito as histórias que conheceram no ateliê.

As turmas do Viveiro Escola na EMEF Alferes Tiradentes foram presenteadas com vasinhos de mudas e participaram de brincadeiras no espaço do viveiro. Na EMEFM Professor Linneu Prestes, as crianças prepararam vitaminas deliciosas misturando frutas e ervas e hortaliças colhidas no viveiro: menta, couve, malva-cheirosa, malvavisco, hortelã, flor-de-cosmo, erva-doce, folha de pitanga e capim-limão.

Uma grande roda de capoeira foi realizada na Mostra Cultural da EMEF Laerte Ramos para finalizar as atividades do Ateliê Som e Movimento – Capoeira. Cada turma da EE Amélia Moncon também organizou uma roda para jogar capoeira.

O Festival de Animação do Ateliê Digital agitou a criançada da EE Amélia Moncon e das EMEFs João Gualberto e Antônio Carlos Sodré! Desta vez, os filmes em stop motion de cada escola foram exibidos em outra escola para que os alunos escolhessem o vencedor do Festival. As turmas premiadas receberam medalhas e um troféu. Além disso, os filmes feitos pelos participantes da EMEF Laerte Ramos no primeiro semestre e pelas crianças da EE Amélia Moncon neste semestre foram exibidos nas Mostras Culturais das escolas. Confira duas das produções deste ano:

Rodas de capoeira juntam crianças e adultos no Ateliê-Escola

As atividades do Ateliê Som e Movimento – Capoeira, do Ateliê-Escola, acontecem ao longo de um ano. Mas o educador Rodrigo Moreira, conhecido como Carioca, pensou em uma maneira muito bacana de marcar o fim do primeiro semestre com as turmas da EMEF Professor Laerte Ramos de Carvalho. Ele organizou duas grandes rodas de capoeira no dia 29 de junho, uma para as crianças do 5º ano (manhã) e outra para as do 1º ano (tarde).

Além dos pequenos, participaram da roda cinco membros do Grupo Nzinga de Capoeira Angola, do qual Carioca faz parte. Todo mundo jogou, cantou e tocou os instrumentos juntos. “As crianças se animaram muito, queriam ir logo para o meio da roda ou pegar os instrumentos para tocar”, diz o educador. Foi um momento muito especial, tanto por ser a primeira roda de capoeira que a garotada participa quanto pela interação com os capoeiristas mais experientes, que explicaram mais sobre as músicas, gestos e movimentos da capoeira.

Carioca conta que as crianças se saíram muito bem na roda, fazendo os movimentos com naturalidade e tocando os instrumentos no ritmo certo. Teve até quem foi além do agogô, do reco-reco e do pandeiro, que são mais utilizados pelos iniciantes na capoeira, para estrear no berimbau e no atabaque! No segundo semestre, o educador pretende praticar mais rodas de capoeira com as turmas, ajudá-las a exercitar o autocontrole e a observação e aprofundar as conversas sobre a história da capoeira.

Tem novidade no Ateliê-Escola: um ateliê de capoeira

A capoeira chegou ao Ateliê-Escola! O Ateliê Som e Movimento – Capoeira está sendo realizado com quatro turmas (uma de 1º ano e três de 5º ano) da EMEF Professor Laerte Ramos de Carvalho. Para a maioria dos participantes, esse é o primeiro contato com a atividade, e as crianças estão curtindo bastante conhecê-la. “O pessoal está se envolvendo muito rápido”, conta o educador César Pedrosa.

Os fundamentos dessa manifestação cultural são apresentados em forma de brincadeiras, como em um circuito de obstáculos em que as crianças têm que usar os movimentos da capoeira para ultrapassá-los. Na brincadeira “bom vaqueiro”, que é o nome de uma música da capoeira, os participantes cantam essa canção enquanto fogem do laço do vaqueiro (interpretado por César). Se forem pegos, só podem voltar ao jogo fazendo um movimento também. “Deixamos bem claro que criança não pode lutar, apenas brincar. Trabalhamos muito a interação e o respeito entre elas”, explica o educador.

Ao final de cada encontro os participantes abrem uma roda de capoeira para jogar. Além da prática, César também apresenta a história dessa manifestação cultural, que começou com os negros trazidos como escravos ao Brasil. No próximo mês as turmas vão conhecer os instrumentos tocados durante o jogo: berimbau, pandeiro, atabaque, agogô e reco-reco. E em novembro, todos farão uma apresentação aos pais e colegas da escola.

Fique ligado: Um projeto de lei que permite que escolas públicas e privadas integrem o ensino da capoeira com seus projetos pedagógicos foi aprovado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, no dia 19 de maio. Isso reforça a importância da capoeira não só como manifestação cultural, mas por seu valor educacional. Agora, o projeto está em avaliação na Câmara dos Deputados. Saiba mais aqui.